O Costa Concórdia bateu na rocha na madrugada de sexta-feira (13) para sábado (14), próximo à Ilha de Giglio, na região da Toscana, na Itália. Onze pessoas morreram e 26 estão desaparecidas, segundo balanço provisório das autoridades italianas.
O porta-voz da guarda costeira italiana informou que os mergulhadores vão usar explosivos para chegar ao interior do navio. Entre as dificuldades enfrentadas pelos mergulhadores estão móveis e portas partidas, espalhadas por vários lugares e corredores transformados em poços.
Há possibilidade de o combustível do navio começar a ser retirado ainda hoje. Cerca de 2,4 mil toneladas de óleo estão dentro do tanque e é preciso aquecer o combustível para que ele possa ficar mais líquido e ser facilmente retirado. De acordo com especialistas, essa operação poderá durar algumas semanas.
O capitão do navio, Francesco Schettino, está em prisão domiciliar desde terça-feira (17). Ele é acusado de homicídio culposo, naufrágio e abandono de navio. Há suspeitas de que ele tenha abandonado o navio antes de todos os passageiros deixarem a embarcação.
A empresa dona do navio, a Costa Cruzeiros, acusou Schettino de fazer uma rota não autorizada, levando a embarcação a ficar mais próximo da costa do que deveria. Os passageiros que estavam no navio deram entrada em um processo judicial contra a empresa proprietária do Costa Concordia.
Redação: Roberta Lopes*, Edição: Graça Adjuto
Fonte: Agência Brasil de Notícias, *Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa.
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