Sem medo de errar a linha 4 Amarela do Metropolitano de São Paulo é a mais inovadora do continente. As modernidades da linha reúnem o primeiro sistema driverless (sem motorneiro) do país e suas plataformas são protegidas por portas, afastando qualquer problema de queda nos trilhos.
Também fundamental à segurança máxima, os trens são do tipo tubo, permitindo passagem contínua entre os carros e cada composição conta com vigilância interna completa com 26 câmeras de vídeo por trem. Nas estações, as escadas rolantes são automáticas, com velocidade variável de acordo com o número de passageiros que a utilizam. Cada vagão tem portas de emergência nas cabeceiras.
A capacidade do sistema é incrementada com uma capacidade de headway de 75 segundos, ou seja, com um intervalo entre composições de apenas 1 minuto e 15 segundos.
Já entre os equipamentos de conforto, o consórcio Via Quatro tratou de oferecer trens com baixo nível de ruído, integrar tecnologia para uso de telefone celular e possibilitar a comunicação direta entre usuário e o centro de controle operacional.
As composições de seis carros foram fornecidas pelo consorcio Siemens/Rotem-Hyundai e cada uma delas tem capacidade para 1.900 passageiros a uma velocidade máxima de 80 km/h.
A composição acionária da Via Quatro tem como majoritária a CCR, que concentra 58% das ações, além da Montgomery, com 30%; Mitsui, com 10% e BRT e RATP com 1%, estes dois últimos atuando como operadores e assessoria técnica.
O primeiro fruto
Solução bem-vinda
Redação: Pedro Bartholomeu
Foto(s): Digna Imagem/Clóvis Ferreira
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