A migração de um processo tradicional, onde a carga é descarregada, pesada, triada e identificada manualmente, para um automatizado representa a entrada da empresa em outra realidade, outra dimensão. Mais do que verba para investir em equipamentos e tecnologia - o milionário investimento não é informado por motivos estratégicos - ,a automação demanda tempo, aprendizado e abertura de todos os envolvidos, do diretor ao motorista, para essa mudança, que estabelece novos parâmetros de competência, eficiência e tempo.
Por essa razão, a TNT criou um time de transformação, uma equipe gerencial dedicada apenas ao trabalho de preparar as pessoas a assimilar as mudanças e operar o equipamento.
E não parou por aí. Agora, é a vez dos tablets, testados por encarregados de armazém para o monitoramento das áreas. O executivo garante que "tanto quanto os usuários administrativos
ou a equipe de vendas, o pessoal de armazém também se torna mais produtivo com as tecnologias móveis".
Segundo o executivo, esse preparo foi fundamental para minimizar a ansiedade em relação às mudanças, como o medo de a máquina substituir o homem e o risco de demissões. "Com esse
cuidado, a receptividade dos funcionários com o uso da nova tecnologia foi positivamente surpreendente".
Afinal, mesmo com a redução das contratações, consequência direta da automação, o fato é que mais agilidade, ganho de escala e redução de erros se traduzem em maior competitividade e clientes satisfeitos e fidelizados. Bom para a empresa, bom para quem trabalha nela.
Redação: Solange Hette
Foto(s): Divulgação
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