11:46

+ rodoviário / carga / reportagens

Novas fábricas



publicado em: 01/12/2011

A paranaense Noma, além de lançar sua linha Fênix, anunciou uma nova fabrica, em Tatuí, SP, em terreno de 13 alqueires e que terá capacidade de 650 unidades/mês, dobrando sua produção. "Os investimentos vão chegar aos R$ 75 milhões, e tem como objetivo aumentar a competitividade da empresa com os segmentos agrícola, da cana-de-açúcar e indústria petroleira."

Para Marcos Noma, diretor Presidente da empresa, a nova fábrica deverá estar pronta em 2013 e colocará a implementadora em novo patamar: "Nosso objetivo é elevar a participação dos atuais 9% para 15%, chegando assim ao terceiro lugar entre as fabricantes."

A Noma também apresentou o projeto do Bitrem Conceito, um bitrem de apenas seis eixos, sendo dois espaçados em cada semi-reboque e acoplados a um cavalo-mecânico 4x2. Com a tecnologia desenvolvida pela Noma, o bitrem Conceito 4x2 atinge a maior capacidade de carga da categoria com 38,5 t, mesmo com 56 toneladas de PBTC, uma a menos que o padrão de 57 toneladas, que precisa de cavalo 6x4.

A nova configuração pode funcionar como uma alternativa ao transportador, em adquirir um implemento com cavalo-mecânico 4x2, ao invés de ter que recorrer ao modelo 6x4, dependendo da aplicação e do tipo de carga que ele irá trabalhar. Esta escolha daria maior capacidade de carga e ainda gerar uma economia no investimento do conjunto completo, cavalo-mecânico + bitrem.

Além disso, o novo implemento também foi projetado para vir com um moderno sistema de suspensão pneumática em todos os eixos, uma tecnologia que além de trazer ganhos em segurança para o veículo, ainda contribui com a redução da deterioração do piso asfáltico.

Kimio Mori, diretor Comercial, explica que o projeto está em fase de homologação junto ao Denatran, e se aprovado deverá se tornar referência na categoria. "Conseguimos desenvolver um implemento que agrega valores de inovação e sustentabilidade. Estamos otimistas que o bitrem Conceito possa trazer benefícios ao transporte rodoviário e contribuir para a diminuição do custo de logística no país."

Com capacidade para produzir mil unidades por mês, a Guerra Implementos Rodoviários compareceu com três novos modelos, com destaque ao SR Carrega Tudo, com capacidade técnica de 45 t e tara de 11.640 kg, ao basculante sobre chassi meia cana de 8 até 16 m³.

Outro semirreboque, o tanque cilíndrico tem capacidade para 45 mil litros, com a característica que distância entre longarinas de 1.180 mm, o que lhe garante maior estabilidade, dirigibilidade e segurança. Para variar a empresa mostrou o SR graneleiro com três eixos distanciados para atender a resolução 210 do Contran. O pbtc pode chegar a 53 t.

Fábio Paludo, diretor Industrial da Guerra, projeta crescimento de 5% em 2012 e diz que 8% da receita líquida serão investidos em novos equipamentos de corte, usinagem e solda nas duas fábricas da empresa em Caxias do Sul e outras duas em Farroupilha, RS, e outra em Guarulhos, SP, num total de 50,4 mil m² de área construída.

Depois do sucesso de seus semirreboques com suspensão independente em vários segmentos, a Labor, de Guarulhos, SP, anuncia um nova fábrica em Taubaté, SP, com 2,5 mil m² de construção em terreno de 22 mil m². "A linha de montagem terá 150 metros lineares", adianta Heberson Cosso, diretor Comercial da empresa onde serão investidos R$ 8 milhões.

Ele diz que o sucesso é reflexo da possibilidade de atender a processos e aplicações especiais: "Com o Maxiloader pode-se carregar 42 paletes de carga seca ou 40 de produtos frigorificados em seus dois pisos, enquanto num equipamento comum a capacidade não passa de 28", diz.

A conclusão é que dois semirreboques Maxiloader carregam a carga de três composições convencionais, e mais, os 143 m³ de volume. O monobloco da Labor para cargas secas agora tem fechamento em compósito e apresenta uma superfície totalmente lisa, tornando-o assim ideal para adesivação.

"O mais importante é que o compósito é mais resistente e durável que as chapas de alumínio", diz Cosso. Também na hora da manutenção as vantagens do material são claras: como o fechamento é modular, basta substituir a placa afetada e pronto.

Com suspensão totalmente pneumática, a composição também é a pedida para aquelas aplicações nas quais os produtos são frágeis e requerem muito.

Redação: Pedro Bartholomeu
Foto(s): Divulgação


Ver todas as notícias

Comentar sobre esta notícia
Nome:
Comentário:


redes sociais
facebook
twitter
youtube
flickr
fale com a revista
fale conosco


© 2003 - 2012. Revista Negócios em Transporte. Marca registrada da Tudo em Transporte Editora Ltda. Todos os direitos reservados.